Logística
domingo, 29 de março de 2015
domingo, 15 de março de 2015
Aula 17.03.2015 - Estrutura do Plano de Negócios
Estrutura do Plano de Negócios.
Ao concluir este item, você vai ser capaz de montar o seu próprio plano de negócios.
- Capa – informações necessárias e pertinentes.
- Sumário - deve conter o título de cada seção do PN e a página respectiva onde se encontra.
- Sumário Executivo – que embora compreenda a primeira parte do plano, ele só deve ser elaborado após a conclusão do mesmo, ao ser lido imediatamente por interessados deverá deixar clara a idéia e a viabilidade de implantação do negócio, decidira se o leitor continua ou não a ler o seu PN.
Inclui breve relato sobre:
Dados dos empreendedores, experiência profissional e atribuições;
Dados do empreendimento;
Missão da empresa;
Setores de atividades;
Forma jurídica;
Enquadramento tributário;
Capital social;
Fonte de recursos.
-Planejamento Estratégico do Negócio - ira definir: rumos, situação atual, suas metas e objetivos, premissas do planejamento, de longo prazo.
- Descrição da Empresa - seu histórico, crescimento/faturamento dos últimos anos, sua razão social, impostos, estrutura organizacional, localização, parcerias, etc.. Se não tiver estas informações fornecer uma estimativa.
- Produtos e Serviços - quais são como são produzidos, ciclo de vida, fatores tecnológicos envolvidos, pesquisa e desenvolvimento, principais clientes atuais, se detém marca e/ou patente de algum produto etc.
- Análise de Mercado - através de uma pesquisa de mercado demonstrar como está segmentado o seu produto as características do consumidor, análise da concorrência, a sua participação de mercado, os riscos do negócio etc.
- Plano de Marketing – como pretende vender seu produto/serviço e conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda. Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção/comunicação e publicidade.
- Plano de Marketing – como pretende vender seu produto/serviço e conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda. Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção/comunicação e publicidade.
- Plano Financeiro - deve apresentar em números todas as ações planejadas de sua empresa e as comprovações, através de projeções futuras (quanto precisa de capital, quando e com que propósito). Deve conter itens como: fluxo de caixa, balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, lucratividade prevista, prazo de retorno sobre investimentos etc.
Primeiro, coloque o ramo de atividade escolhido e escrevatudo o que sabe sobre ele. Pergunte a si mesmo por que escolheu esse ramo e se você sentirá prazer em trabalhar nessaatividade;
Depois, faça um trabalho de pesquisa para conhecer melhoro ramo de atividade. Visite os concorrentes mais bem-sucedidos.
Observe e anote:
a) Que mercadorias ou serviços esses concorrentes comercializam?
b) Que preços praticam?
c) Que tipo de público os procura?
d) Como atendem a esse público?
e) Como é a “cara” do estabelecimento? Observe a pintura, a iluminação, o mobiliário, os uniformes, a apresentação dos produtos, a limpeza, etc.
f) Como organizar estoque, produção, comercialização e entrega?
g) Analisem quais são os seus concorrentes de maior sucesso e anote por que eles têm a preferência dos clientes.
Planejamento Financeiro (PF).
Ao concluir este módulo, você vai ser capaz de compreender qual a finalidade do planejamento financeiro, bem como do fluxo diário de caixa da empresa.
O PF é o processo que, além de estimar a quantia necessária para iniciar bem como continuar as operações, viabilizando o processo de decisão sobre quando e como realizar financiamentos.
Por se tratar de um procedimento confiável, é também um instrumento muito relevante para o empreendedor, na medida em que fornece roteiros para dirigir, coordenar e controlar as diversas ações para se alcançar os objetivos desejados.
O sucesso de quaisquer negócios – seja uma empresa industrial, comercial, ou de serviços depende de varias decisões que o empreendedor deve tomar antes de iniciá-lo. O plano de viabilidade financeira ira ajudá-lo a:
* O cálculo da demanda de fundos necessários para a execução dos planos traçados;
* A elaboração de uma previsão da disponibilidade de fundos resultantes da execução dos planos;
* A elaboração de um sistema de controle sobre as fontes e as aplicações de fundos dentro da organização;
* O desenvolvimento de uma metodologia de adaptação dos planos às variáveis externas não controláveis.
O PF permite prever um superávit ou déficit de caixa no exercício, com a adaptação mais rápida caso haja alterações nos fatores externos, já que estes serões mais facilmente identificados. Fornece maior previsibilidade para empresas que desejam tomar decisões mais consistentes e confiáveis, além de maior sustentabilidade a curto, médio e longo prazo.
O PF é uma ferramenta útil para melhorar o desempenho e agilizar processos é o controle do fluxo de caixa (diário). É a previsão de entradas e saídas de recursos monetários, por um determinado período. O principal objetivo dessa previsão é fornecer informações para a tomada de decisões, tais como: prognosticar as necessidades de captação de recursos bem como prever os períodos em que haverá sobras ou necessidades de recursos; aplicar os excedentes de caixa nas alternativas mais rentáveis para a empresa sem comprometer a liquidez.
A sua importância torna-se clara para o desempenho da organização quando o empreendedor perde o direcionamento o que lhe induz (organização) a trilhar por caminhos obscuros e danosos o que ira colocá-la em grandes dificuldades, ou ate mesmo provocar a sua falência.
Resumidamente, é a demonstração visual das receitas e despesas distribuídas pela linha do tempo futuro. Para a montagem da projeção do fluxo de caixa devemos considerar os seguintes dados:
Entradas
a) contas a receber
b) empréstimos
c) dinheiro dos sócios
Saídas
a) contas a pagar
b) despesas gerais de administração (custos fixos)
c) pagamento de empréstimos
d) compras à vista
Uma das dificuldades mais comum na gerência da empresa é o controle financeiro, e a área financeira é estratégica em qualquer organização. Uma ferramenta que facilita esse trabalho é o fluxo caixa, pois, possibilita a visualização e compreensão das movimentações financeiras num período preestabelecido.
A sua grande utilidade, é possibilitar a identificação das sobras e faltas no caixa, permitindo à empresa planejar melhor suas ações futuras ou acompanhar o seu desempenho.
O fluxo de caixa é considerado um dos principais instrumentos de análise e avaliação de uma empresa, proporcionando ao empreendedor uma visão futura dos recursos financeiros da empresa, integrando o caixa central, as contas correntes em bancos, receitas, despesas e as previsões. As decisões relacionadas a compra, venda, investimentos, aportes de capital pelos sócios captação ou pagamento de empréstimos e de investimentos, constituem um fluxo contínuo entre as fontes geradoras e as utilizadoras de recursos. Somente com uma programação financeira bem estruturada e um fluxo de caixa, a empresa pode administrar o caixa, detectando, antecipadamente, apertos ou folgas de caixa.
Deve e pode ser utilizado por empresas de qualquer porte considerando a sua importância e simplicidade.
De uma forma ou de outra, um controle de fluxo de caixa bem feito é uma grande ferramenta para lidar com situações de alto custo de crédito, taxas de juros elevadas, redução do faturamento e outros fantasmas que rondam os empreendimentos.
A manutenção do controle do fluxo de caixa na empresa, apresenta as seguintes vantagens:
- Planejar e controlar as entradas e saídas de caixa num período de tempo determinado.
- Avaliar se as vendas presentes serão suficientes para cobrir os desembolsos futuros já identificados.
- Auxiliar o empresário a tomar decisões antecipadas sobre a falta ou sobra de dinheiro na empresa.
- Verificar se a empresa está trabalhando com aperto ou folga financeira no período avaliado.
- Verificar a necessidade de realizar promoções e liquidações, reduzir ou aumentar preços.
- Verificar se os recursos financeiros próprios são suficientes para tocar o negócio em determinado período ou se há necessidade de recursos com terceiros.
- Avaliar se o recebimento das vendas é suficiente para cobrir os gastos assumidos e previstos no período.
- Verificar a necessidade de realizar promoções e liquidações, reduzir ou aumentar preços objetivando o ingresso de recursos na empresa.
- Avaliar a capacidade de pagamentos antes de assumir compromissos
- Antecipar as decisões sobre como lidar com sobras ou faltas de caixa.
A implementação do relatório do fluxo é uma tarefa sem grandes complexidades, entretanto, cabe lembrar que a manutenção de um fluxo de caixa requer que os dados sejam confiáveis e constantemente atualizados, pois, somente assim terá utilidade. Desta forma, é importante manter um bom controle de contas a receber, contas a pagar, caixa, saldo de aplicações financeiras, faturamento, vendas a vista e a prazo, enfim um controle efetivo das finanças da empresa.
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http://www.sebrae.com.br/uf/goias/para-minha-empresa/controles-gerenciais/fluxo-de-caixa> acesso 22-07-2013.
Após a definição bem detalhada da sua ideia de empresa, convém analisar o mercado. Não é conveniente desenvolver o seu projeto sem antes estudar seriamente a conjuntura do mercado. A maior parte das causas de fracassos é devida à ausência ou à insuficiência do mercado, à dificuldade de identificar e de responder às conseqüências de mudanças sócio-econômicas.
Mercado
As lojas de calçados tiveram uma enorme expansão nas grandes cidades. Atualmente, muitas pessoas preferem trocar calçados a consertá-los, o que estimula a demanda para este segmento. A procura por estes artigos é constante e regular, com certo aumento em determinadas épocas do ano, como Natal, Dias das Mães, dos Pais, dos Namorados etc. O público consumidor é heterogêneo, dependendo do tipo de mercadoria comercializada, bem como da localização e estilo da loja. Sem dúvida alguma, a diferenciação é conseguida através da qualidade e variedade dos produtos comercializados e do atendimento aos clientes. O mercado deve ser analisado por três ângulos distintos: o consumidor, o fornecedor e o concorrente. Primeiro você deve saber qual é o perfil da clientela que deseja atingir, o que ela precisa e que tipo de produto prefere comprar. A melhor forma de obter essas informações é realizando uma pesquisa de mercado. O segundo passo é contatar os fornecedores. Geralmente as fábricas de calçados têm representantes em praticamente todas as cidades de médio e grande porte do país. Os proprietários de lojas de sapatos podem adquirir os produtos junto a esses representantes, reduzindo o seu custo de deslocamento constante até os fabricantes. A seleção de bons fornecedores de calçados e acessórios é essencial para o sucesso do empreendimento. Não se esqueça de visitar os eventos do setor. O terceiro estudo é o mercado concorrente. Visite-os e verifique tudo: marcas, qualidade, quais são os produtos que oferecem, preços, horário de funcionamento, número de empregados, tipo de instalação e, principalmente, o grau de satisfação dos clientes.
As lojas de calçados tiveram uma enorme expansão nas grandes cidades. Atualmente, muitas pessoas preferem trocar calçados a consertá-los, o que estimula a demanda para este segmento. A procura por estes artigos é constante e regular, com certo aumento em determinadas épocas do ano, como Natal, Dias das Mães, dos Pais, dos Namorados etc. O público consumidor é heterogêneo, dependendo do tipo de mercadoria comercializada, bem como da localização e estilo da loja. Sem dúvida alguma, a diferenciação é conseguida através da qualidade e variedade dos produtos comercializados e do atendimento aos clientes. O mercado deve ser analisado por três ângulos distintos: o consumidor, o fornecedor e o concorrente. Primeiro você deve saber qual é o perfil da clientela que deseja atingir, o que ela precisa e que tipo de produto prefere comprar. A melhor forma de obter essas informações é realizando uma pesquisa de mercado. O segundo passo é contatar os fornecedores. Geralmente as fábricas de calçados têm representantes em praticamente todas as cidades de médio e grande porte do país. Os proprietários de lojas de sapatos podem adquirir os produtos junto a esses representantes, reduzindo o seu custo de deslocamento constante até os fabricantes. A seleção de bons fornecedores de calçados e acessórios é essencial para o sucesso do empreendimento. Não se esqueça de visitar os eventos do setor. O terceiro estudo é o mercado concorrente. Visite-os e verifique tudo: marcas, qualidade, quais são os produtos que oferecem, preços, horário de funcionamento, número de empregados, tipo de instalação e, principalmente, o grau de satisfação dos clientes.
A escolha do ponto de venda
Uma boa localização pode representar uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.
A Importância do "P" de Ponto:
A questão da localização não pode ser dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4Ps, devem-se buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros "Ps" podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais facilmente.
Fatores Básicos quanto ao Ponto e que Devem Ser Analisados. a) acesso; b) população; c) imóvel; d) concorrência.
Enfim, variáveis de mercado, controláveis e incontroláveis, podem definir o sucesso ou o fracasso de uma empresa, pois "correr o risco" é o objeto principal de qualquer negócio.
De qualquer forma, sempre que for avaliar um ponto de venda para montar uma loja, seja loja de Rua ou loja de Shopping, se possível, procure sempre um profissional experimentado para orientá-lo em função do "menor risco". Entretanto, a decisão final será, sempre e exclusivamente, sua.
O arranjo físico da loja (caixas, vitrines, espelhos, assentos) deve ser feito levando em consideração o fluxo de vendedores e clientes inseridos no processo de vendas. As vitrines são peças fundamentais de atração de clientes. Geralmente, é olhando a vitrine que o cliente decide se vai ou não entrar na loja e experimentar alguns pares. Esta atividade comercial necessita de profissionais de venda (qualificado e treinado), que apresentem os produtos e, se necessário, saibam orientar a compra dos clientes. Apresente os produtos de forma organizada e prática, facilitando o acesso ao cliente. Fique atento aos lançamentos dos fabricantes, o cliente sempre procura novidades. Tenha cadastro atualizado de seus fornecedores atuais e potenciais e desenvolva um ótimo relacionamento com eles, pois assim fica mais fácil negociar prazos de pagamento, preços e sua participação em campanhas promocionais. Controle muito bem a entrada e saídas de mercadorias. Acompanhe pessoalmente o negócio e tenha controle rigoroso das receitas e despesas.
Estrutura
A estrutura básica de uma pequena loja de calçados, poderá ser divida em:
- uma área para exposição dos produtos;
- uma área de vendas (considerando o caixa, empacotamento e entrega dos produtos);
- uma área de administração (escritório);
- uma área de estoque (depósito);
A estrutura básica de uma pequena loja de calçados, poderá ser divida em:
- uma área para exposição dos produtos;
- uma área de vendas (considerando o caixa, empacotamento e entrega dos produtos);
- uma área de administração (escritório);
- uma área de estoque (depósito);
Público Alvo
O público consumidor é heterogêneo, dependendo do tipo de mercadoria comercializada, bem como da localização e estilo da loja.
Sem dúvida alguma a diferenciação é conseguida através da qualidade e variedade dos produtos comercializados e do atendimento aos clientes. Recomendamos estudar seus hábitos, comportamentos, gostos, tendências e manter-se atualizado quanto às novidades do mercado.
Análise Financeira
I. os aspectos técnicos do empreendimento - por exemplo, a escolha das máquinas e dos equipamentos a serem utilizados;
II. os aspectos econômicos - a localização da empresa, do mercado e dos competidores, os produtos a serem comercializados, a logística de transporte;
III. os aspectos financeiros - a previsão de faturamento (receita), o cálculo dos custos fixos e variáveis e a previsão de resultados (lucros ou prejuízos).
II. os aspectos econômicos - a localização da empresa, do mercado e dos competidores, os produtos a serem comercializados, a logística de transporte;
III. os aspectos financeiros - a previsão de faturamento (receita), o cálculo dos custos fixos e variáveis e a previsão de resultados (lucros ou prejuízos).
Sendo :
Custo Variável - depende da quantidade produzida. Ex.: combustível, matéria-prima,comissões sobre vendas, fretes de insumos produtivos e Fretes de entregas etc.
Custo Fixo- independe da quantidade produzida. Ex.: aluguel, depreciação seguro da planta industrial, salários administrativos etc.
Ponto de Equilíbrio - A classificação dos custos em fixos e variáveis permite à administração determinar o ponto em que a receita é igual ao total dos custos, isto é, o ponto de equilíbrio, ou break-even point. A partir desse ponto, pelo aumento de atividade, aparece o lucro. Abaixo desse ponto, pela diminuição de atividade, chega-se ao prejuízo.
Retorno – Em finanças, retorno sobre investimento (ROI), também chamado taxa de retorno (ROR), taxa de lucro ou simplesmenteretorno, é a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento montante de dinheiro investido.
quinta-feira, 5 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
Plano de Negócios - Módulos - UNIP
UNIP - Campus Jundiaí
Cursos: COMEX – RH –
LOGÍSTICA – (2015)
Disciplina: Plano de
Negócios
Prof.
Me. Adm. Givaldo Guilherme
Site: www.g2mc.com.br
E-mail:
guilherme@g2mix.com.br
Contato: (19) 98297 8888
Material pertinente e exclusivo extraído
do ambiente virtual UNIP.
Caro Aluno
Seja bem vindo.
Nesta disciplina trataremos de assuntos como
empreendedorismo, planejamento e organização estratégicos e quais são os itens
que compõem um plano de negócios de uma organização. Este estudo tem como
objetivo principal de desenvolver sua habilidade na elaboração de um Plano de
Negócios, tanto para uma proposta pessoal, quanto dentro de uma empresa. É
nossa expectativa que você aprenda bastante.
Considerando-se que será você quem administrará seu
próprio tempo, nossa sugestão é que você dedique ao menos 2 horas por semana
para esta disciplina, estudando o material disponibilizado e realizando os
exercícios de auto avaliação. Uma boa forma de fazer isso é já ir planejando o
que estudar, semana a semana.
Avaliações
Como é de seu conhecimento, você estará obrigado a
realizar uma série de avaliações, cabendo a você tomar conhecimento do
calendário dessas avaliações e da marcação das datas das suas provas, dentro
dos períodos especificados.
Por outro lado, é importante destacar que uma das
formas de você se preparar para as avaliações é realizando os exercícios de
auto avaliação, disponibilizados para você neste sistema de disciplinas on
line. O que tem que ficar claro, entretanto, é que os exercícios que são
requeridos em cada avaliação não são a repetições dos exercícios da auto
avaliação. Cabe um estudo amplo de todo o material
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Bibliografia Básica (títulos , periódicos, etc.)
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Título/Periódico
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Autor
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Edição
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Local
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Editora
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Ano
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Empreendedorismo: transformando ideias em negócios.
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DORNELAS, José Carlos
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3ª ed.
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São Paulo
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Campus
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2009
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Administração estratégica: planejamento e
implantação da estratégia
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CERTO, S. C.; PETER, J. P.
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-
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São Paulo
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Makron
Books
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2005
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Estratégia competitiva
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PORTER, M. E.
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Rio de Janeiro
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Campus
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2005
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Bibliografia Complementar (títulos , periódicos, etc.)
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Título/Periódico
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Autor
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Edição
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Local
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Editora
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Ano
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Dicionário Negócios e
Empreendedorismo
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PAULO, A.; FREITAS, N.; SIQEURIRA, C.
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-
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ENSINART
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2008
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Empreendedorismo
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DORNELAS,
José Carlos
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-
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Rio de
Janeiro
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Campus
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2008
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Outra forma de pesquisa, que resulta no aumento de
conceitos e de informações está na base de artigos, dissertações, teses e
trabalhos acadêmicos sobre o assunto disponíveis na rede Multidisciplinar de
informações. Seu acesso é facilmente obtido através da biblioteca online da
Universidade, através do site:
www.unip.br/servicos/biblioteca/index.aspx
Acesso
Livre - Capes
Biblioteca de Teses e Dissertações do IBICT
Domínio Público
Bibliotecas Virtuais Temáticas
Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas - CCN
Google Acadêmico
Biblioteca de Teses e Dissertações do IBICT
Domínio Público
Bibliotecas Virtuais Temáticas
Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas - CCN
Google Acadêmico
Definições e histórico de empreendedorismo
Objetivo específico - Ao concluir este
módulo, você vai ser capaz de compreender o que é ser empreendedor.
Abrir mão da carteira assinada para
tocar a própria empresa é uma opção feita por milhares de trabalhadores a cada
ano. Você gostaria de se juntar a eles?
De acordo com o dicionário Houaiss da
língua portuguesa (2001) empreendedor é a pessoa que decide realizar tarefas
difíceis e laboriosas.
É a pessoa que assume o risco de
começar uma nova empresa.
O dicionário Aurélio (1985) define como
”uma pessoa que coloca em execução“ (um plano, um projeto). Tem o mesmo
significado da palavra francesa entrepreneur, que deu origem à
inglesa entrepreneurship (comportamento do empreendedor).
O empreendedor sente vontade e aptidão
para realizar algo diferente, algo que deverá ter um diferencial no mercado.
Sempre que queremos executar alguma
coisa em nossa vida, nunca devemos esquecer-nos de “tudo” que fazemos temos que
levar em conta os riscos que temos de assumir.
O empreendedor deve entender que na
tomada de decisão, ele tem que levar em consideração a natureza complexa dos
negócios, resultante de ambientes organizacionais modernos que sofrem
constantes transformações.
Assim sendo, a abordagem mais
contemporânea para a solução de problemas deve buscar/trabalhar com um
pensamento sistêmico, supondo que os problemas são complexos, têm mais de uma
causa e mais de uma solução, e estão inter-relacionados com o restante da
organização.
O futuro empreendedor sente vontade e
aptidão para realizar algo “diferente” algo que deverá ter um diferencial no
mercado. Um dos principais desafios do líder é conseguir a dedicação e o empenho
de seus liderados na realização das atividades e tarefas que lhes competem,
visando a alcançar os objetivos organizacionais.
A liderança efetiva pressupõe,
portanto, o conhecimento das principais teorias motivacionais que podem
orientar as ações do líder com o objetivo de canalizar os esforços dos
liderados ele deve ter a capacidade de reunir as forças de um grupo em torno de
um objetivo, transformando as pessoas em parceiros, estimulando seu crescimento
e dando exemplo para manter a motivação elevada.
Quando você aprende a delegar
atribuições aos liderados os mesmos ficam motivados a trabalhar e comprometidos
com os objetivos do empreendimento. Isso faz com que algumas necessidades
sociais sejam satisfeitas.
A ideia de um espírito empreendedor (vide texto
abaixo) está de fato associada a pessoas realizadoras, que mobilizam recursos e
correm riscos para iniciar organizações de negócios.
Quando sonhamos em abrir um
empreendimento, nossa intenção é passar para o outro lado da relação de
trabalho, deixar para trás a ideia de segurança da “carteira assinada” e isso
significa planejar novos caminhos, um novo rumo em nossa vida profissional e
pessoal. O empreendedor pode obter a auto realização, através da modificação da
realidade.
Este é o espírito empreendedor.
Cultivando "O Espírito Empreendedor"
Muitos pensam que empreendedores são
aquelas pessoas de terno, gravatas e de fala bonita ou gênios que fazem o
impossível acontecer. Pensando dessa forma deixam seus sonhos atrofiados,
suas oportunidades para depois e suas perspectivas
frustradas. Acreditando-se que o espírito empreendedor está em
cada pessoa, todos podem ser empreendedores. A diferença é que uns despertam
mais cedo que os outros, ou seja, traçam metas e fazem de tudo para que as
coisas aconteçam. As dificuldades e os desafios são transformados em
oportunidades.
Então, como transformar um sonho em oportunidade e sucesso? Não existe fórmula mágica para responder essa indagação. A capacidade de realização está dentro de nós mesmos. Ser ágil não significa essencialmente fazer as coisas com rapidez, e sim, fazê-las com inteligência.
O planejamento e a determinação são cruciais para quem quer desperta e ou cultivar o espírito empreendedor, pois ajudam a traçar metas e a determinação de executá-las. Na vida não pode haver perda de tempo para quem quer alcançar o sucesso, que só é conseguido com muito trabalho e persistência.
Então, como transformar um sonho em oportunidade e sucesso? Não existe fórmula mágica para responder essa indagação. A capacidade de realização está dentro de nós mesmos. Ser ágil não significa essencialmente fazer as coisas com rapidez, e sim, fazê-las com inteligência.
O planejamento e a determinação são cruciais para quem quer desperta e ou cultivar o espírito empreendedor, pois ajudam a traçar metas e a determinação de executá-las. Na vida não pode haver perda de tempo para quem quer alcançar o sucesso, que só é conseguido com muito trabalho e persistência.
“Assumir risco é
apostar no sucesso”, mas muitos fracassam pelo medo de apostar em si, reduzido
seu potencial e esquecendo que mais na frente só serão lembrados aqueles
que realmente fizeram à diferença. Então, mãos a abra e comece agora a fazer o
seu diferencial. Cultive seu espírito empreendedor. Você pode.
Acredite em você, aja com cautela e perseverança. Faça a história. Com certeza,
será bem-sucedido. Mas, lembre-se “nenhum conjunto de habilidades, e conhecimento ou
potencial é capaz de ajudar pessoas a terem sucesso se elas mesmas não tiverem
o desejo de serem bem-sucedidos.” (http://www.artigonal.com/carreira-artigos/cultivando-o-espirito-empreendedor-1077554.html), acesso 10/07/2013.
“Empreendedorismo pode ser aprendido?
Se você está pensando em ter seu
próprio negócio, veja aqui como descobrir e aprimorar seu potencial para um
caminho de sucesso. A essência do empresário de sucesso é a busca de novos
negócios e oportunidades, e a preocupação sempre presente com a melhoria do
produto. Enquanto a maior parte das pessoas tende a enxergar apenas
dificuldades e insucessos, o empreendedor deve ser otimista e buscar o sucesso,
a despeito das dificuldades.
Para desempenhar de uma maneira
eficiente e eficaz suas funções, o empreendedor necessita desenvolver o seu bom
senso, suas habilidades interpessoais e de comunicação. Nunca esquecer que as
habilidades técnica, conceituais e poder de decisão também fazem parte do
aprendizado.
Cuidado
Algumas pessoas superestimam as vendas
iniciais, fazem despesas demais e se comprometem com financiamentos, contando
em pagá-los com o faturamento, o que nem sempre acontece.
Outras escolhem o negócio certo, mas o
instalam no local errado. Muitos erram na qualidade, no preço do produto ou,
ainda, no atendimento e são engolidos pela concorrência. O importante, porém, é
perceber que a maior parte desses e de outros erros podem ser evitados
planejando o negócio.
O empreendedor esta em constante busca
de criar valores nos produtos, atendendo às necessidades dos clientes e
aumentando o nível de satisfação desses consumidores, sem perder, no entanto, a
visão de custo da empresa.
Nos últimos anos, as escolas de todos
os ciclos, bem como a maioria das universidades de todo o Brasil, têm dedicado
atenção especial à introdução de disciplinas relativas ao empreendedorismo em
sala de aula. Fruto, principalmente, das novas configurações
político-econômicas do planeta.
Movimento crescente
Nesse cenário, iniciativas que
trabalhem com o incentivo ao ensino do empreendedorismo têm sido bem vistas.
Não apenas porque o tema ainda é incipiente e precisa desse apoio para crescer,
mas também para trabalhar com uma mudança na cultura dos jovens, ainda ligados
à lógica da estabilidade das grandes companhias. Antigamente, quando as pessoas
saíam da faculdade estavam automaticamente empregadas em uma empresa de porte.
Uma parte significativa dos alunos
(mais variados cursos) tem se interessado pelo tema ao se chocar com a
realidade do mercado. Entre os alunos, o empreendedorismo é uma disciplina que
tem um grau de aceitação grande. O empreendedorismo é uma opção de carreira
muito interessante para o jovem que sai da faculdade e não encontra emprego e
também para a escola, que tem a oportunidade de fomentar um aspecto social
muito grande.
Empreendedorismo não é um tema novo ou
modismo, sempre fez parte das ações da humanidade ele está em qualquer área.
Não somente uma pessoa que abre uma empresa porem uma pessoa que inova que cria
oportunidades de negocio.
A maneira de administrar uma
organização esta em constante evolução não para, e você como empreendedor dever
gerir um ambiente de turbulência e instabilidade, cheio de mudanças e
transformações. Hoje após varias fases desta evolução, a organização esta se
modernizando porem entramos na fase de incertezas, o que obriga o empreendedor
a entender que não existe uma “receita” de como e onde obter uma boa
administração, mas entender também que existem formas de ação que podem
contribuir e encurtar o período de busca e torná-la mais produtiva.
Características do empreendedor.
Ao concluir este módulo você vai ser
capaz de apontar e descrever todas as possíveis características do
empreendedor.
Texto 01:
A experiência brasileira - Apesar de
ainda embrionário, o ensino de empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil.
A adoção do método de formação de empreendedores criado pelo consultor Fernando
Dolabela é um exemplo (vide seu livro “O Segredo de Luiza”). Outro exemplo é o
programa Brasil Empreendedor, lançado pelo governo federal, cuja meta é
capacitar mais de 2 milhões de empresários até 2010.
O empreendedor é uma pessoa criativa,
inovadora, marcada pela capacidade de estabelecer e atingir objetivos. É aquele
que desenvolve e realiza visões, usando-as para detectar oportunidades de
negócios e tomar decisões moderadamente arriscadas. Ele cria um novo negócio em
função do risco e da incerteza, com o propósito de conseguir lucro e
crescimento, mediante identificação de oportunidade de mercado.
Antes de se iniciar no mundo
empresarial é importante que o empreendedor realize uma auto avaliação, refletindo
sobre aspectos de sua personalidade. Qualquer que seja o negócio, ele necessita
ter uma força sempre presente: a automotivação.
Além de ser motivado, é necessário
procurar desenvolver algumas características para ter sucesso como
empreendedor.
Não basta ter uma boa formação
acadêmica e ficar estagnado. O momento é de aprendizado permanente, de buscar
uma capacitação profissional que facilite a realocação ou recolocação e/ ou
montagem do próprio negócio.
A capacidade de surpreender o cliente é
considerada o diferencial dos empreendedores de sucesso. Por isso, o
empreendedor precisa inovar na relação com o seu cliente. Um bom empreendedor
sabe que o cliente é a razão de sua empresa existir. Por isso, deve-se
exercitar a flexibilidade e deixar a criatividade fluir. Pessoas talentosas são
aquelas que vivem seu tempo, são flexíveis, democráticas, curiosas,
observadoras, atentas aos detalhes e que se negam a “envelhecer”. A inovação
resgata a pessoa no trabalho e na vida.
(Sonia Jordão)
(http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/caracteristicas-do-empreendedor-de-sucesso/50799/ ) – acesso 20/07/2013.
Texto 02 - Alguns atributos caracterizam
o empreendedor:
Primeiro sua capacidade de desenvolver
uma “visão”;
Segundo sua capacidade de persuadir
terceiros com escopo de angariar recursos para concretizar sua ideia.
Algumas características comuns a todos
os empreendedores:
Integridade – É uma qualidade do
caráter, ligada à honestidade e à coerência entre princípios e atitudes, como
base do compromisso com as pessoas e com o negócio.
Liderança – É a capacidade de reunir as
forças de um grupo em torno de um objetivo, transformando as pessoas em
parceiros, estimulando seu crescimento e dando exemplo para manter a motivação
elevada.
Comunicação e relacionamento – É a
capacidade de expressar de forma clara as próprias idéias e emoções e também de
ouvir os outros. Essas características auxiliam no desenvolvimento da
habilidade de conviver e interagir com as outras pessoas.
Senso administrativo – É a capacidade
de agir para prevenir ou corrigir problemas decorrentes das variações do
mercado, reconhecendo e analisando, no dia-a-dia, mudanças na economia e no
comportamento dos clientes.
Visão de oportunidade – É o talento
natural de estar sempre atento ao que acontece ao redor. É ser capaz de
identificar as necessidades dos clientes e transformar isso em um negócio.
Motivação – É estar sempre disposto e
entusiasmado para trabalhar em busca da realização de objetivos.
Organização/planejamento – Todo
empreendimento precisa ser organizado. É necessário ter metas, planejar como
alcançá-las e controlar os resultados. Acompanhar sistematicamente os custos,
as vendas e o desenvolvimento das metas faz parte do dia-a-dia do empreendedor.
Quem não for capaz de organizar-se tem poucas chances de ser um bom empresário.
Determinação/perseverança – É ser capaz
de enfrentar e superar as dificuldades sem se deixar abater, tendo claro que
obstáculos podem surgir e que vencê-los é a condição para atingir os objetivos.
Criatividade/inovação – É a capacidade
de buscar soluções novas e adequadas para os problemas, de estar o tempo todo
procurando as melhores formas de atender os desejos do cliente, melhorando a
qualidade e reduzindo os custos.
Iniciativa – É a capacidade de, ao
perceber um problema ou detectar uma oportunidade, agir rapidamente para
solucioná-lo ou aproveitá-la.
Texto 03 - Riscos
Abrir uma empresa é uma decisão que
envolve mais riscos que a vida com carteira assinada. Mas que pode trazer em
troca a sensação de vitória e independência que só as conquistas pessoais são
capazes de proporcionar. Aos interessados, um aviso: 56% dos pequenos e micro
negócios fecham antes de completar cinco anos. O alto porcentual, divulgado
pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE-SP),
mostra que todo cuidado é pouco quando se trata de montar um empreendimento.
“Ninguém nasce empreendedor. Todo Mundo precisa ter noções de gerenciamento
antes de aventurar-se”, afirma Jose Luiz Ricca, diretor superintendente do
SEBRAE-SP.
Causas para esta realidade:
Deficiências no planejamento.
Falhas na gestão;
Brigas entre sócios.
Respostas claras e antecipadas para
algumas questões (abaixo) serão de extrema importância para as decisões do
empreendedor:
1 – Definir claramente o seu ramo de
negocio. Será que esse tipo de negócio é o que você realmente deseja e para o
qual tem mais vocação e capacidade?
2 – Que produtos ou serviços pretende
comercializar? As pessoas estão interessadas em comprar o que eu pretendo
vender?
3 – O preço do produto/serviço que
pretendo vender é o ideal
4 – Qual é o número mínimo de
produtos/serviços que devem ser comercializados para não levar a firma à
falência?
5 – Qual o local ideal para “tocar” o
negocio?
6 - Quem serão os seus clientes?
7 - Quem serão os seus eventuais
concorrentes?
8 - Qual o preço de venda desses
concorrentes e como eles atuam?
9 - De quanto dinheiro você vai
precisar?
As respostas para essas e outras
perguntas significam a forma de planejar o seu negócio. E, lembre-se, uma das
principais causas de falência das pequenas e microempresas tem sido a falta de
planejamento.
Como você pode notar, abrir o seu
próprio negocio, requer um planejamento.
Sabemos que somente uma parte do futuro
é incerta ou desconhecida. Outra parte é conhecida e previsível. As duas
situações exigem preparação, ou a empresa fará parte da estatística apontada
acima pelo SEBRAE. - será atropelada pelos acontecimentos.
O julgamento do desempenho de uma
moderna administração possui dois aspectos do planejamento: determinar os
objetivos “certos” e em seguida escolher os meios “certos” de alcançar os
objetivos. Ambos os aspectos do planejamento são vitais para o processo de
empreendedorismo.
Texto 04 - Ideias de Negócios
Segundo o IBGE, existem 14,8 milhões de
micro e pequenas empresas - das quais apenas 4,5 milhões são formais - que
respondem por mais de 28 milhões de empregos e por 99,23% dos negócios executados
no país. Incentivado por esses números, muitas pessoas decidem largar a vida de
emprego para liderar um negócio próprio.
Escolher um tipo de negócio pode ser
difícil devido às inúmeras oportunidades disponíveis. As dúvidas são normais
nessa hora e o candidato a empreendedor pode ficar inseguro com a questão. Para
facilitar essa escolha, o Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) disponibiliza
diversas cartilhas da
série "Ideias de Negócios". Trata-se de um conjunto de
textos sobre os mais variados ramos de atividade que visam explicar com muitos
detalhes todo o processo de abertura de um negócio.
O SEBRAE São Paulo conta com cartilhas
voltadas aos empresários novatos. Disponíveis na internet para download,
as cartilhas
"Comece Certo"apresentam a estrutura legal e tributária da
atividade empresarial escolhida, demonstrando custos típicos e formatos de
gestão apropriados. O desafio é preparar o empresário para os aspectos
importantes da montagem e do desenvolvimento do empreendimento.
O mais importante de tudo é que a
pessoa tenha um profundo autoconhecimento de suas habilidades e preferências
pessoais. Um artigo sobre
a importância da identificação de talentos lembra que não é
suficiente transformar um hobby em negócio. Nesse sentido, é necessário pensar
em outros aspectos para tornar uma idéia em bom negócio: estilo de vida, nível
de satisfação pessoal, viabilidade econômica, mercado atual e apoio da família,
entre outros.
Ainda em dúvida? Há diversos testes na
internet para descobrir se uma pessoa tem, ou não, vocação para o
empreendedorismo.
A pergunta é: que tipo de negócio devo
abrir? Para facilitar essa escolha, o Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE)disponibiliza
diversas cartilhas da
série "Idéias de Negócios". Trata-se de um conjunto de
textos sobre os mais variados ramos de atividade que visam explicar com muitos
detalhes todo o processo de abertura de um negócio.
O SEBRAE São Paulo conta com cartilhas
voltadas aos empresários novatos. Disponíveis na internet para download,
as cartilhas
"Comece Certo"apresentam a estrutura legal e tributária da
atividade empresarial escolhida, demonstrando custos típicos e formatos de
gestão apropriados. O desafio é preparar o empresário para os aspectos
importantes da montagem e do desenvolvimento do empreendimento.
O mais importante de tudo é que a
pessoa tenha um profundo autoconhecimento de suas habilidades e preferências
pessoais.
<http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/temasdiversos-empreendedorismo.php>
acesso 10-07-2013.
Empreendedorismo Corporativo
Objetivo específico - Ao concluir este módulo, você
vai ser capaz de compreender como pode ser um intraempreendedor, e contribuir
para aumentar a competitividade da empresa onde trabalha.
Texto 01 - Definição
O Empreendedorismo Corporativo, ou seja, aquele
praticado dentro das organizações, e que foi “batizado” pelo professor
americano Guifford Pinchot III de Intrapreneurship, ou
Intraempreendedorismo em português, não é na verdade um fenômeno recente. Pelo
contrário, nos últimos 100 anos diversas empresas tiveram no comportamento
empreendedor e na conseqüente geração de inovações a base para o sucesso.
Este tema passou a despertar muito interesse no
mundo empresarial no momento em que passamos a conviver com a Globalização,
você percebeu que tudo o que tratamos nos negócios esta relacionado com:
concorrência e a competitividade da organização?
A mudança é necessária dentro da organização. Hoje
preço baixo não e mas sinônimo de sucesso em vendas. (vide lojas R$ 1,99).
É aí que entra o comportamento empreendedor.
Profissionais com iniciativa, visionários, sem medo de tentar e que aprendem
com os erros, determinados, criativos, ousados e capazes de mobilizar recursos
e implementar novos negócios dentro do ambiente corporativo, são a única forma
de se estabelecer essa vantagem competitiva definitiva.
Hoje dentro das universidades trabalhamos com uma
disciplina chamada Organização do Futuro, e é exatamente sobre isto que estamos
falando. Se a sua empresa quer realmente fazer parte do futuro ela deve
imediatamente, muda.
Hashimoto comenta que os novos negócios, criados
pelas empresas de forma isolada do resto da organização. Normalmente, são
linhas de negócios ou produtos com poucas aderências aos produtos e negócios já
existentes.
O empreendedorismo corporativo possui uma ampla gama
de aplicações. É muito difícil afirmar categoricamente que uma empresa é ou não
intra empreendedora. Qualquer funcionário que por iniciativa própria promove
alguma mudança dentro ou fora do seu escopo de trabalho, para o qual ele não e
originalmente pago pode, a rigor, pode ser considerado um empreendedor
corporativo.
Texto 02 – O conceito
Não se resume unicamente à criação e
desenvolvimento de novos produtos, ele indica qualquer norma de proposição de
mudanças e melhorias na organização que, de alguma forma, se traduz em aumento
de valor para o cliente ou para o acionista. (Hashimoto, 2006,pg. 8)
Alguns pontos para reflexão quanto ao conceito de
empreendedorismo corporativo: conforme Hashimoto:
* Uma boa ideia por si só não se transforma em
resultado sem um estudo de viabilidade, um planejamento de implementação,
investimentos, ajustes e acompanhamento. O sucesso está diretamente relacionado
com a eficácia das ações.
* Muitas vezes um problema grave da organização
serve como estopim para a revisão de paradigmas e pressupostos que levam a um
processo de ruptura e busca de novos conceitos aumentarem a competitividade e a
eficácia. Mais uma vez, o valor do esforço pela necessidade de sobreviver.
* as empresas estão descobrindo que inovação é
gerada por gente e não por tecnologia. Iniciativas, equipes autogeridas,
liderança situacional, descentralização, remuneração variável entre outras,
são, na verdade, iniciativas que promovem o empreendedorismo interno.
* Permitir que as pessoas tenham a liberdade de conduzir iniciativas pessoais e não só ignorar os fracassos daí decorrentes, mas incentivar o erro como processo de aprendizado não é fácil de implementar em nenhuma empresa.
* Há uma necessidade crescente de promover uma
cultura interna de inovação como fonte de competitividade, evidenciando que as
cabeças pensantes dos departamentos de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) não
estão dando conta da demanda por novidades e melhorias nos produtos e serviços
oferecidos ao mercado.
Texto 03 - Aplicação Empresarial
Para que você tenha realmente a ajuda das pessoas,
é preciso que isso seja recíproco. O importante é usar novas maneiras de
trabalhar com as pessoas adotando o compartilhamento de idéias e objetivos.
Isto é empowerment.
Empowerment' é uma abordagem de projeto de
trabalho que objetiva a delegação de poder de decisão, autonomia e participação
dosfuncionários na administração das empresas.
Analisa-se o desenvolvimento do empowerment por meio dos estágios evolutivos
das áreas de gestão, das configurações organizacionais,
das estratégias competitivas, da gestão de recursos humanos e da qualidade.
(Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Empowerment )
Alguns fundamentos irão nos ajudar a entender
melhor:
O que devemos fazer e propiciar dentro da
organização:
i) delegação de responsabilidade
ii) liberdade para trabalhar
iii) atividade grupal
iv) auto - avaliação - empregado e empresa (Clima
organizacional)
Este tipo de profissional lida muito bem com a
busca pelo novo, sem medo dos riscos que possa correr por gerar uma ideia e
compartilhá-la com seus superiores. Ele está focado na melhora contínua de seu
setor, departamento ou mesmo de toda a empresa, dependendo da abrangência que
sua ideia possa ter. Ele tem certa facilidade em descobrir oportunidades
ocultas.
A inquietação de quem está sempre inconformado com
a situação atual é característica inerente de todo intraempreendedor. Ele busca
se capacitar cada vez mais para superar os desafios que lhe são apresentados.
É, acima de tudo, ousado e bastante criativo.
Paixão pelo que faz;
Sempre atento às novas
ideias;
Simulam erros e riscos;
Descobrem oportunidades
ocultas;
Multidisciplinaridade;
Persistente, dedicado;
Autoconfiante, decide
por conta própria;
Proativo, inovador.
Texto 04 - Bônus: Os 10 Mandamentos do
intraempreendedor
Deixo como conteúdo extra para vocês os 10
mandamentos do intraempreendedor, estabelecidos pelo consultor Gifford Pinchot,
responsável pela introdução do termo intraempreendedorismo no Brasil. Confira:
1 - Forme sua equipe. Intraempreendedorismo não é
uma atividade solitária;
2 - Compartilhe o mais amplamente possível as recompensas;
3 – Solicite aconselhamento antes de pedir recursos;
4 - É melhor prometer pouco e realizar em excesso;
5 - Faça o trabalho necessário para atingir o seu sonho, independentemente de sua descrição de cargo;
6 - Lembre-se de que é mais fácil pedir perdão do que pedir permissão;
7 – Tenha sempre em mente os interesses de sua empresa e dos clientes, especialmente quando você tiver que quebrar alguma regra ou evitar a burocracia;
8 - Vá para o trabalho a cada dia disposto a ser demitido;
9 - Seja leal à suas metas, mas realista quanto ás maneiras de atingi-las;
10 – Honre e eduque seus patrocinadores.
2 - Compartilhe o mais amplamente possível as recompensas;
3 – Solicite aconselhamento antes de pedir recursos;
4 - É melhor prometer pouco e realizar em excesso;
5 - Faça o trabalho necessário para atingir o seu sonho, independentemente de sua descrição de cargo;
6 - Lembre-se de que é mais fácil pedir perdão do que pedir permissão;
7 – Tenha sempre em mente os interesses de sua empresa e dos clientes, especialmente quando você tiver que quebrar alguma regra ou evitar a burocracia;
8 - Vá para o trabalho a cada dia disposto a ser demitido;
9 - Seja leal à suas metas, mas realista quanto ás maneiras de atingi-las;
10 – Honre e eduque seus patrocinadores.
Este guia foi desenvolvido para que você possa conhecer
um pouco melhor sobre os intraempreendedores, para, quem sabe, despertar em
você este sentimento de mudança, de inovação para o bem comum. Mas também tem o
objetivo de mostrar às empresas a importância de se valorizar estes talentos.
Pois, sabemos que as organizações que valorizam o espírito empreendedor de seus
trabalhadores ganham em vantagem competitiva no mercado.
Por isso, olhe com mais atenção para seus
colaboradores e comece a enxergar aqueles com maior potencial de geração de
novas ideias. O futuro da sua empresa pode estar ali, apenas esperando que você
dedique seu tempo à eles. E se você é um funcionário com as qualidades de um
empreendedor, comece a por em prática algumas ideias, converse com seus
superiores, mude o seu futuro!
(http://www.sobreadministracao.com/intraempreendedorismo-guia-completo/)
– acesso 15/07/2013)
lanejamento
Ao concluir este módulo você vai ser capaz de
elaborar um plano de ação.
Considerando que planejamento é a definição de um
futuro almejado (utilizando-se nos meios mais eficazes para alcança-lo), o
mesmoirá afetar o futuro da empresa. Algumas ações fazem parte da visão
corporativa, esta visão das necessidades irá afetar todo o sistema
organizacional de tal maneira que as prioridades sejam definidas. As ações
implantadas em primeiro lugar devem ser aquelas que atendam aos fatores
críticos de sucesso do negócio resolvam problemas imediatos e futuros.
O planejamento consiste em tomar três tipos de
decisões:
1. Definir o
objetivo – qual situação deverá ser alcançada;
2. Definir um ou
mais cursos de ação – caminhos para atingir o objetivo,
3. Definir meios
de execução – previsão dos recursos necessários para realizar o objetivo.
As decisões deste tipo que afetam o futuro da
empresa no longo prazo são as chamadas decisões de planejamento estratégico.
O planejamento estratégico ira definir qual a
direção que a empresa e a forma de competir com outras empresas do mercado. É o
processo de tomada de decisões. Toda empresa tem que ter estratégia e
planejamento estratégico. Quando um empreendedor decide iniciar um negocio, a
partir de uma ideia de produto ou serviço, já esta fazendo planejamento
estratégico:
Quando você empreendedor escolhe o negocio, esta
escolha já é a base para o planejamento estratégico.
Muitas vezes não se toma o cuidado necessário antes
de abrir um negócio, não se busca apoio, noções de gerenciamento, etc. E isso
leva ao fracasso. Deficiência no planejamento, falhas na gestão e brigas entre
sócios, tem causado grandes danos ao empreendedor e a sociedade.
O planejamento não ira garantir o sucesso desejado
porem define objetivos, direciona os esforços e recursos e da um rumo ao
empreendimento. Hoje a organização sofre influencias externas a cada dia. O
empreendedor deve utilizar o seu conhecimento do ambiente para colocar a
organização no rumo certo. Vivemos hoje em tempos incertos, com turbulências
organizacionais. A empresa cresce consequentemente as praticas de planejamento
estratégico evoluem, sustentando assim seu desenvolvimento.
O empreendedor é independente porem deve responder
a varios setores da sociedade tais como : sócios, clientes, fornecedores,
investidores, empregados, família, comunidade.
Mas, ele pode escolher quais exigências atender e quando.
Processo de elaboração de um plano estratégico:
a) analise da missão e da situação estratégia; onde
estamos?
b) analise externa: ameaças e oportunidades do
mercado
c) analise de pontos fortes e fracos da empresas
d) Definição da estratégia: para onde devemos ir?
Para tal deve ser feito o Planejamento:
a) Analise da missão - O primeiro passo é definir a
verdadeira natureza do negocio. Na elaboração desta importante fase do
planejamento você devera entender que a empresa existe para satisfazer as
necessidades do consumidor. A partir deste importante conceito você poderá dar
andamento no planejamento.
Mesmo as empresas que atuam em cima de
"negócios de oportunidade", são considerados negócios, pois se estão
atingindo os objetivos do empreendimento. Porem não são todas as empresas que
conseguem se definir, porque não tomam um verdadeiro posicionamento no mercado.
Ficam fazendo "experiências". Algumas acertam, outras erram, e vão
tentando a sorte. Mas nem sempre acertam e acabam fechando.
Para atingir um mercado, o primeiro passo é
sabermos exatamente qual é a nossa especialidade, qual a nossa habilidade. Como
citamos anteriormente, isso servirá para o desenvolvimento do processo
estratégico.
Exemplo de missão de empresa, dentro de sua
filosofia essencial:
"Nossa missão é colocar no mercado produtos e
serviços da melhor qualidade possível para satisfação das necessidades dos
clientes”.
Enquanto a missão da organização procura atender as
necessidades dos clientes, a Visão de uma organização ira complementar e
definir a situação desejada a médio e longo prazo será a meta a definição dos
objetivos
Alguns autores definem a visão como o sonho da
organização, onde se espera estar em um futuro, sempre levando em consideração
os recursos matérias e humanos dessa trajetória.
É a visão que determina os objetivos de investimento, desenvolvimento, trabalho, estratégias para alcançar o sucesso da organização.
Segue-se à analise externa da
empresa:
Quando um avião decola, independente de qual é o
seu destino, o piloto tem em suas mãos um plano de vôo. Neste documento,
constam informações sobre a aeronave, o aeroporto de partida, o de destino,
além da rota e das condições de vôo. Conhecer estes dados permite ao comandante
traçar uma linha de ação clara que ajudará a manter a segurança dos passageiros
e da tripulação. Em uma empresa, o conceito é semelhante. Um bom planejamento
permite ao empreendedor guiar o seu negócio com mais segurança para alcançar
bons resultados.
Em um empreendimento, um planejamento tem a mesma
função que o plano de vôo em um avião. A leitura do cenário atual é uma análise
do ambiente externo à empresa, ou seja, das condições externas que rodeiam a
empresa e que lhe impõem desafios e oportunidades.
A análise externa envolve:
* Mercados abrangidos pela empresa,
características atuais e tendências futuras, oportunidades e perspectivas.
* Concorrência ou competição, isto é,
empresas que atuam no mercado, disputando os mesmos clientes, consumidores ou
recursos.
A conjuntura econômica, tendências políticas, sociais, culturais, legais etc., que afetam a sociedade e todas as demais empresas.
A conjuntura econômica, tendências políticas, sociais, culturais, legais etc., que afetam a sociedade e todas as demais empresas.
Esta analise é fundamental para a empresa que
pretende trilhar um caminho mais estável. O plano não é uma garantia plena de
sucesso. Como em um avião, no entanto, trabalhar com um planejamento claro
reduz riscos.
Neste momento faz-se necessária a analise
de pontos fortes e fracos da empresa:
Nesta fase da analise devemos fazer uma revisão dos
nossos prontos fracos e fortes, (sim é isto mesmo, primeiro os seus pontos,
pois você é um empreendedor) e se a empresa já existe, os pontos da empresa. É
a oportunidade de olharmos para dentro, fazendo assim uma analise sobre nossas
virtudes e defeitos. Conhecer bem a si mesmo ajuda o empreendedor a obter o
sucesso do seu negócio Tudo é importante. Esse momento é como se nos olhássemos
no espelho, relatando exatamente aquilo que está refletido nele. Após esta
analise devemos sempre ter em mente a necessidade de sempre reler o que até
aqui foi escrito e verificar o que devemos adaptar e mudar, para atingir as
nossas expectativas e desejos.
Ambiente Interno -
Não se importe em correr riscos, ele faz parte do
seu cotidiano, pois o planejamento adequado, ira diminuir estes riscos.
Simplesmente imagine uma viajem a praia, verifique
quais os possíveis riscos ou “contratempo” que você poderá ter com o seu
veículo da sua casa ate o seu destino.
Lembre-se:
- Identifique os benefícios que pode ter em caso de
vitória
- Identifique o risco associado a cada meta, avalie
a sua gravidade e as conseqüências do impacto. O planejamento não garante um
sucesso em sua viagem, porem ele irá ajudar a diminuir os riscos.
Definição de estratégias: para onde devemos ir?
As pessoas são diferentes, pensam e agem
diferentemente das demais, sendo as organizações composta por pessoas, elas
também pensam e agem diferentes das demais.
Não há receita de como e onde obter uma boa administração,
mas, com certeza, existem formas de ação que podem contribuir para encurtar o
período de busca e torná-lo mais produtivo.
É fundamental que individualmente ou participando
de grupos, disponha-se a buscar, com determinação, o maior número de informações
sobre as oportunidades de trabalho da sua cidade e região. Muitos buscam o
sigilo do negócio, mas é preciso discutir a idéia. Buscar opiniões a respeito
do negócio.
Lembre-se: “Informação é à base do conhecimento”.
Você percebeu que estamos falando em trabalho,
porem não estamos pensando apenas em emprego, mas em todas as formas de
trabalho, isto é, você pode ser um trabalhador autônomo ou dono de um negócio –
o seu negócio.
É uma alternativa possível e deve ser considerada
com muita atenção.
A decisão de tocar seu próprio negocio deve ser
clara. De inicio, é a sua decisão principal e é importante ter criatividade,
organização e muita informação sobre as possibilidades existentes em sua
região.
Estamos sempre buscando uma qualidade de vida
melhor.
- www.planodenegocios.com.br,
acesso em 02/07/2013
- www.seusnegocios.com.br,
acesso em 04/07/2013
lano de negócios (PN): Visão geral.
Ao concluir este módulo, você vai ser capaz de compreender o que é um
Plano de negócios, bem como sua utilidade no mundo dos negócios.
Plano de negócios (do inglês Business
Plan), também chamado "plano empresarial", é um documento que
especifica, em linguagem escrita, um negócio que se quer iniciar ou que já está
iniciado.
Geralmente é escrito por empreendedores,
quando há intenção de se iniciar um negócio, mas também pode ser utilizado como
ferramenta de marketing interno e gestão. Pode ser uma representação do modelo
de negócios a ser seguido. Reúne informações tabulares e escritas de como o
negócio é ou deverá ser.
De acordo com o pensamento moderno, o plano de negócio é um documento
vivo, no sentido de que deve ser constantemente atualizado para que seja útil
na consecução dos objetivos dos empreendedores e de seus sócios. É um documento
pelo qual o empreendedor formalizará os estudos a respeito de suas idéias, transformando-as
num Negócio
O plano de negócios também é utilizado para comunicar o conteúdo aos
investidores de risco, que podem se decidir a aplicar recursos no
empreendimento. Com a cara e a coragem. É melhor planejar minuciosamente o
empreendimento do que chorar depois por erros que poderiam ter sido evitados. É
necessário planejar. Isso dá trabalho, mas não é tão difícil assim.
O Plano de Negócios é um importante instrumento de ajuda ao empresário
para enfrentar obstáculos e mudanças de rumos na economia ou no ramo em que
atua. Por isso, ele tem caráter dinâmico e à medida que ocorram mudanças do
cenário do mercado, da economia, da tecnologia ou das ações dos competidores, o
Plano de Negócios deve ser revisto.
Por que escrever um Plano de Negócios (PN)?
A tarefa de escrever um plano de negócios não é uma tarefa fácil. Isso
se você nunca escreveu um e não tem a menor idéia de como começar. Nossa
intenção e é tornar esta tarefa, que por sinal é muito importante, em algo que
com certeza ira permitir a você futuro empreendedor um conhecimento claro da
estrutura do seu negocio.
Lembre-se, informação nunca é demais, pois estamos falando de algo que
poderá ser o inicio de um grande projeto de vida.
Com este plano de negócios você poderá identificar os possíveis riscos,
e tentar minimizá-los ou mesmo evitá-los. Nele você encontrará seus pontos
fortes, conhecerá seu mercado, e terá uma plena idéia em relação ao desempenho
financeira da empresa, é arriscado
O PN não é estático, deve ser constituído como uma ferramenta dinâmica,
flexível, onde você devera revê-lo e atualizá-lo constantemente.
Infelizmente no Brasil por falta de informação, o PN não é difundido, ao
contrario de outros países onde ele passa a ser a principal ferramenta para o
futuro negocio. As empresas no Brasil em especial quando o empreendedor tem que
tomar uma decisão ela na maioria das vezes tende a ser, arriscada, apesar de
ser difícil mensurar o risco.
Por essa razão, é necessário que se entenda o que significa escrever um
PN, como proceder, o que escrever e como utilizá-lo para as diversas
finalidades a que se propõe.
O PN irá abrir as portas para os constantes contatos da área financeira
que você inevitavelmente terá pelos seus caminhos, pois ele será o cartão de
visitas da empresa.
Uma das finalidades principais do PN é o Estudo de viabilidade, é a
partir deste estudo que você conseguirá reunir elementos necessários para
mostrar ate que ponto o seu negocio é viável principalmente pelo ponto de vista
financeiro.
1. Examina a viabilidade do empreendimento nos aspectos mercadológico,
financeiro e operacional.
O PN permite desenvolver idéias a respeito de como o negócio deve ser
conduzido. É uma oportunidade para refinar estratégias e cometer erros no papel
em lugar da vida real, examinando a viabilidade da empresa sob todos os pontos
de vista, tais como o mercadológico, o financeiro e o operacional.
2. Integra o Planejamento Estratégico
O PN é uma ferramenta pela qual o empresário pode avaliar o desempenho
atual da empresa ao longo do tempo. Por exemplo: a parte financeira de um plano
de negócios pode ser usada como base para um orçamento operacional e ser
cuidadosamente monitorada, para se verificar o quanto a empresa está se
mantendo dentro do orçamento. A esse respeito, o Plano pode e deve ser usado
como base para um planejamento estratégico.
3. É ferramenta de negociação e ajuda a levantar recursos
A maior parte dos financiadores ou investidores não colocará dinheiro em
uma empresa sem antes ver o seu plano de negócio – que é fundamental para fazer
o empreendedor ser levado a sério. O plano pode ser usado como uma ferramenta
de negociação e contribui para aprovação de empréstimos nos bancos e acesso a
linhas de financiamento.
(http://www.sebraesp.com.br/TenhoUmaEmpresa/ProdutoseServicos/ViaInternet/PlanoDeNegociosSPPLAN/Paginas/oqueeplanodenegocios.aspx)
acesso 16-07-2013
Como um aspecto de planejamento inicial e preparação, o estudo de
viabilidade envolve:
Todas
as pessoas interessadas no assunto.
Estimula
a criatividade que servira para superar os paradigmas.
Permite,
desde o início, manter-se um histórico das atividades do projeto e provê um
ponto de referência para o pessoal que futuramente estará gerindo o projeto;
A viabilidade econômico-financeira é um parecer sobre a viabilidade ou
não do investimento planejado. É a etapa mais técnica e necessita da colocação
em pratica dos conhecimentos apreendidos.
Para você entender melhor, de acordo com (Sun Tzu) “Com muitos cálculos
pode-se vencer. Com poucos não se pode. Que chances têm quem não faz nenhum”
Esta e a verdadeira finalidade da viabilidade econômica.
O teste dos números irá englobar:
Cronograma
de implantação e inicio de operação;
Objetivos
– estimativa de volumes e cronogramas;
Quantificação
dos investimentos necessários; investimentos fixo e variáveis;
Desembolsos;
Estimativa
de resultados;
Recurso
necessários;
Estudo
de metas necessárias;
Analise
diária do fluxo de caixa;
Estrutura do Plano de Negócios.
Ao concluir este item, você vai ser capaz de montar o seu próprio plano
de negócios.
- Capa – informações necessárias e pertinentes.
- Sumário - deve conter o título de cada seção do PN e a página respectiva onde se encontra.
- Sumário Executivo – que embora compreenda a primeira parte do plano, ele só deve ser elaborado após a conclusão do mesmo, ao ser lido imediatamente por interessados deverá deixar clara a idéia e a viabilidade de implantação do negócio, decidira se o leitor continua ou não a ler o seu PN.
Inclui breve relato sobre:
Dados dos empreendedores, experiência profissional e atribuições;
Dados do empreendimento;
Missão da empresa;
Setores de atividades;
Forma jurídica;
Enquadramento tributário;
Capital social;
Fonte de recursos.
-Planejamento Estratégico do Negócio - ira definir: rumos, situação
atual, suas metas e objetivos, premissas do planejamento, de longo prazo.
- Descrição da Empresa - seu histórico, crescimento/faturamento dos
últimos anos, sua razão social, impostos, estrutura organizacional,
localização, parcerias, etc.. Se não tiver estas informações fornecer uma
estimativa.
- Produtos e Serviços - quais são como são produzidos, ciclo de
vida, fatores tecnológicos envolvidos, pesquisa e desenvolvimento, principais
clientes atuais, se detém marca e/ou patente de algum produto etc.
- Análise de Mercado - através de uma pesquisa de mercado
demonstrar como está segmentado o seu produto as características do consumidor,
análise da concorrência, a sua participação de mercado, os riscos do negócio
etc.
- Plano de Marketing – como pretende vender seu produto/serviço e conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda. Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção/comunicação e publicidade.
- Plano de Marketing – como pretende vender seu produto/serviço e conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda. Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção/comunicação e publicidade.
- Plano Financeiro - deve apresentar em números todas as ações
planejadas de sua empresa e as comprovações, através de projeções futuras
(quanto precisa de capital, quando e com que propósito). Deve conter itens
como: fluxo de caixa, balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de
investimento, lucratividade prevista, prazo de retorno sobre investimentos etc.
Primeiro,
coloque o ramo de atividade escolhido e escrevatudo o que sabe sobre ele.
Pergunte a si mesmo por que escolheu esse ramo e se você sentirá prazer em
trabalhar nessaatividade;
Depois,
faça um trabalho de pesquisa para conhecer melhoro ramo de atividade. Visite os
concorrentes mais bem-sucedidos.
Observe e anote:
a) Que mercadorias ou serviços esses concorrentes comercializam?
b) Que preços praticam?
c) Que tipo de público os procura?
d) Como atendem a esse público?
e) Como é a “cara” do estabelecimento? Observe a pintura, a iluminação,
o mobiliário, os uniformes, a apresentação dos produtos, a limpeza, etc.
f) Como organizar estoque, produção, comercialização e entrega?
g) Analisem quais são os seus concorrentes de maior sucesso e anote por
que eles têm a preferência dos clientes.
Planejamento
Financeiro (PF).
Ao concluir este módulo, você vai ser capaz de compreender qual a
finalidade do planejamento financeiro, bem como do fluxo diário de caixa da
empresa.
O PF é o processo que, além de estimar a quantia necessária para iniciar
bem como continuar as operações, viabilizando o processo de decisão sobre
quando e como realizar financiamentos.
Por se tratar de um procedimento confiável, é também um instrumento
muito relevante para o empreendedor, na medida em que fornece roteiros para dirigir,
coordenar e controlar as diversas ações para se alcançar os objetivos
desejados.
O sucesso de quaisquer negócios – seja uma empresa industrial,
comercial, ou de serviços depende de varias decisões que o empreendedor deve
tomar antes de iniciá-lo. O plano de viabilidade financeira ira ajudá-lo a:
* O cálculo da demanda de fundos necessários para a execução dos planos
traçados;
* A elaboração de uma previsão da disponibilidade de fundos resultantes
da execução dos planos;
* A elaboração de um sistema de controle sobre as fontes e as aplicações
de fundos dentro da organização;
* O desenvolvimento de uma metodologia de adaptação dos planos às
variáveis externas não controláveis.
O PF permite prever um superávit ou déficit de caixa no exercício, com a
adaptação mais rápida caso haja alterações nos fatores externos, já que estes
serões mais facilmente identificados. Fornece maior previsibilidade para
empresas que desejam tomar decisões mais consistentes e confiáveis, além de
maior sustentabilidade a curto, médio e longo prazo.
O PF é uma ferramenta útil para melhorar o desempenho e agilizar
processos é o controle do fluxo de caixa (diário). É a previsão de entradas e
saídas de recursos monetários, por um determinado período. O principal objetivo
dessa previsão é fornecer informações para a tomada de decisões, tais como:
prognosticar as necessidades de captação de recursos bem como prever os
períodos em que haverá sobras ou necessidades de recursos; aplicar os
excedentes de caixa nas alternativas mais rentáveis para a empresa sem
comprometer a liquidez.
A sua importância torna-se clara para o desempenho da organização quando
o empreendedor perde o direcionamento o que lhe induz (organização) a trilhar
por caminhos obscuros e danosos o que ira colocá-la em grandes dificuldades, ou
ate mesmo provocar a sua falência.
Resumidamente, é a demonstração visual das receitas e despesas
distribuídas pela linha do tempo futuro. Para a montagem da projeção do fluxo
de caixa devemos considerar os seguintes dados:
Entradas
a) contas a receber
b) empréstimos
c) dinheiro dos sócios
Saídas
a) contas a pagar
b) despesas gerais de administração (custos fixos)
c) pagamento de empréstimos
d) compras à vista
Uma das dificuldades mais comum na gerência da empresa é o controle
financeiro, e a área financeira é estratégica em qualquer organização. Uma
ferramenta que facilita esse trabalho é o fluxo caixa, pois, possibilita a
visualização e compreensão das movimentações financeiras num período
preestabelecido.
A sua grande utilidade, é possibilitar
a identificação das sobras e faltas no caixa, permitindo à empresa planejar
melhor suas ações futuras ou acompanhar o seu desempenho.
O fluxo de caixa é considerado um dos principais instrumentos de análise
e avaliação de uma empresa, proporcionando ao empreendedor uma visão futura dos
recursos financeiros da empresa, integrando o caixa central, as contas
correntes em bancos, receitas, despesas e as previsões. As decisões
relacionadas a compra, venda, investimentos, aportes de capital pelos sócios captação
ou pagamento de empréstimos e de investimentos, constituem um fluxo contínuo
entre as fontes geradoras e as utilizadoras de recursos. Somente com uma
programação financeira bem estruturada e um fluxo de caixa, a empresa pode
administrar o caixa, detectando, antecipadamente, apertos ou folgas de caixa.
Deve e pode ser utilizado por empresas de qualquer porte considerando a
sua importância e simplicidade.
De uma forma ou de outra, um controle
de fluxo de caixa bem feito é uma grande ferramenta para lidar com situações de
alto custo de crédito, taxas de juros elevadas, redução do faturamento e outros
fantasmas que rondam os empreendimentos.
A manutenção do controle do fluxo de
caixa na empresa, apresenta as seguintes vantagens:
- Planejar e controlar as entradas
e saídas de caixa num período de tempo determinado.
- Avaliar se as vendas presentes serão
suficientes para cobrir os desembolsos
futuros já identificados.
- Auxiliar o empresário a tomar
decisões antecipadas sobre a falta ou sobra de dinheiro na empresa.
- Verificar se a empresa está
trabalhando com aperto ou folga financeira no período avaliado.
- Verificar a necessidade de
realizar promoções e liquidações, reduzir ou aumentar preços.
- Verificar se os recursos
financeiros próprios são suficientes para tocar o negócio em determinado
período ou se há necessidade de recursos com terceiros.
- Avaliar se o recebimento das
vendas é suficiente para cobrir os gastos assumidos e previstos no
período.
- Verificar a necessidade de
realizar promoções e liquidações, reduzir ou aumentar preços objetivando o
ingresso de recursos na empresa.
- Avaliar a capacidade de
pagamentos antes de assumir compromissos
- Antecipar as decisões
sobre como lidar com sobras ou faltas de caixa.
A implementação do relatório do fluxo
é uma tarefa sem grandes complexidades, entretanto, cabe lembrar que a
manutenção de um fluxo de caixa requer que os dados sejam confiáveis e
constantemente atualizados, pois, somente assim terá utilidade. Desta forma, é
importante manter um bom controle de contas a receber, contas a pagar, caixa,
saldo de aplicações financeiras, faturamento, vendas a vista e a prazo, enfim
um controle efetivo das finanças da empresa.
<
http://www.sebrae.com.br/uf/goias/para-minha-empresa/controles-gerenciais/fluxo-de-caixa>
acesso 22-07-2013.
Após a definição bem detalhada da sua
ideia de empresa, convém analisar o mercado. Não é conveniente desenvolver o
seu projeto sem antes estudar seriamente a conjuntura do mercado. A maior parte
das causas de fracassos é devida à ausência ou à insuficiência do mercado, à
dificuldade de identificar e de responder às conseqüências de mudanças
sócio-econômicas.
Mercado
As lojas de calçados tiveram uma enorme expansão nas grandes cidades. Atualmente, muitas pessoas preferem trocar calçados a consertá-los, o que estimula a demanda para este segmento. A procura por estes artigos é constante e regular, com certo aumento em determinadas épocas do ano, como Natal, Dias das Mães, dos Pais, dos Namorados etc. O público consumidor é heterogêneo, dependendo do tipo de mercadoria comercializada, bem como da localização e estilo da loja. Sem dúvida alguma, a diferenciação é conseguida através da qualidade e variedade dos produtos comercializados e do atendimento aos clientes. O mercado deve ser analisado por três ângulos distintos: o consumidor, o fornecedor e o concorrente. Primeiro você deve saber qual é o perfil da clientela que deseja atingir, o que ela precisa e que tipo de produto prefere comprar. A melhor forma de obter essas informações é realizando uma pesquisa de mercado. O segundo passo é contatar os fornecedores. Geralmente as fábricas de calçados têm representantes em praticamente todas as cidades de médio e grande porte do país. Os proprietários de lojas de sapatos podem adquirir os produtos junto a esses representantes, reduzindo o seu custo de deslocamento constante até os fabricantes. A seleção de bons fornecedores de calçados e acessórios é essencial para o sucesso do empreendimento. Não se esqueça de visitar os eventos do setor. O terceiro estudo é o mercado concorrente. Visite-os e verifique tudo: marcas, qualidade, quais são os produtos que oferecem, preços, horário de funcionamento, número de empregados, tipo de instalação e, principalmente, o grau de satisfação dos clientes.
As lojas de calçados tiveram uma enorme expansão nas grandes cidades. Atualmente, muitas pessoas preferem trocar calçados a consertá-los, o que estimula a demanda para este segmento. A procura por estes artigos é constante e regular, com certo aumento em determinadas épocas do ano, como Natal, Dias das Mães, dos Pais, dos Namorados etc. O público consumidor é heterogêneo, dependendo do tipo de mercadoria comercializada, bem como da localização e estilo da loja. Sem dúvida alguma, a diferenciação é conseguida através da qualidade e variedade dos produtos comercializados e do atendimento aos clientes. O mercado deve ser analisado por três ângulos distintos: o consumidor, o fornecedor e o concorrente. Primeiro você deve saber qual é o perfil da clientela que deseja atingir, o que ela precisa e que tipo de produto prefere comprar. A melhor forma de obter essas informações é realizando uma pesquisa de mercado. O segundo passo é contatar os fornecedores. Geralmente as fábricas de calçados têm representantes em praticamente todas as cidades de médio e grande porte do país. Os proprietários de lojas de sapatos podem adquirir os produtos junto a esses representantes, reduzindo o seu custo de deslocamento constante até os fabricantes. A seleção de bons fornecedores de calçados e acessórios é essencial para o sucesso do empreendimento. Não se esqueça de visitar os eventos do setor. O terceiro estudo é o mercado concorrente. Visite-os e verifique tudo: marcas, qualidade, quais são os produtos que oferecem, preços, horário de funcionamento, número de empregados, tipo de instalação e, principalmente, o grau de satisfação dos clientes.
A escolha do ponto de venda
Uma boa localização pode representar
uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e
o fracasso de um empreendimento.
A Importância do "P" de
Ponto:
A questão da localização não pode ser
dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4Ps, devem-se
buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a
PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros
"Ps" podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais
facilmente.
Fatores Básicos quanto ao Ponto e que
Devem Ser Analisados. a) acesso; b) população; c) imóvel; d)
concorrência.
Enfim, variáveis de mercado,
controláveis e incontroláveis, podem definir o sucesso ou o fracasso de uma
empresa, pois "correr o risco" é o objeto principal de qualquer
negócio.
De qualquer forma, sempre que for
avaliar um ponto de venda para montar uma loja, seja loja de Rua ou loja de
Shopping, se possível, procure sempre um profissional experimentado para
orientá-lo em função do "menor risco". Entretanto, a decisão final
será, sempre e exclusivamente, sua.
O arranjo físico da loja (caixas, vitrines, espelhos, assentos) deve ser
feito levando em consideração o fluxo de vendedores e clientes inseridos no
processo de vendas. As vitrines são peças fundamentais de atração de clientes.
Geralmente, é olhando a vitrine que o cliente decide se vai ou não entrar na loja
e experimentar alguns pares. Esta atividade comercial necessita de
profissionais de venda (qualificado e treinado), que apresentem os produtos e,
se necessário, saibam orientar a compra dos clientes. Apresente os produtos de
forma organizada e prática, facilitando o acesso ao cliente. Fique atento aos
lançamentos dos fabricantes, o cliente sempre procura novidades. Tenha cadastro
atualizado de seus fornecedores atuais e potenciais e desenvolva um ótimo
relacionamento com eles, pois assim fica mais fácil negociar prazos de
pagamento, preços e sua participação em campanhas promocionais. Controle muito
bem a entrada e saídas de mercadorias. Acompanhe pessoalmente o negócio e tenha
controle rigoroso das receitas e despesas.
Estrutura
A estrutura básica de uma pequena loja de calçados, poderá ser divida em:
- uma área para exposição dos produtos;
- uma área de vendas (considerando o caixa, empacotamento e entrega dos produtos);
- uma área de administração (escritório);
- uma área de estoque (depósito);
A estrutura básica de uma pequena loja de calçados, poderá ser divida em:
- uma área para exposição dos produtos;
- uma área de vendas (considerando o caixa, empacotamento e entrega dos produtos);
- uma área de administração (escritório);
- uma área de estoque (depósito);
Público Alvo
O público consumidor é heterogêneo, dependendo do tipo de mercadoria comercializada, bem como da localização e estilo da loja.
Sem dúvida alguma a diferenciação é conseguida através da qualidade e variedade dos produtos comercializados e do atendimento aos clientes. Recomendamos estudar seus hábitos, comportamentos, gostos, tendências e manter-se atualizado quanto às novidades do mercado.
Análise Financeira
I. os aspectos técnicos do empreendimento - por exemplo, a escolha das
máquinas e dos equipamentos a serem utilizados;
II. os aspectos econômicos - a localização da empresa, do mercado e dos competidores, os produtos a serem comercializados, a logística de transporte;
III. os aspectos financeiros - a previsão de faturamento (receita), o cálculo dos custos fixos e variáveis e a previsão de resultados (lucros ou prejuízos).
II. os aspectos econômicos - a localização da empresa, do mercado e dos competidores, os produtos a serem comercializados, a logística de transporte;
III. os aspectos financeiros - a previsão de faturamento (receita), o cálculo dos custos fixos e variáveis e a previsão de resultados (lucros ou prejuízos).
Sendo :
Custo Variável - depende da quantidade produzida. Ex.: combustível,
matéria-prima,comissões sobre vendas, fretes de insumos produtivos e Fretes de
entregas etc.
Custo Fixo- independe da quantidade produzida. Ex.: aluguel, depreciação seguro da
planta industrial, salários administrativos etc.
Ponto de Equilíbrio - A classificação dos custos em fixos e variáveis permite à
administração determinar o ponto em que a receita é igual ao total dos custos,
isto é, o ponto de equilíbrio, ou break-even point. A partir desse
ponto, pelo aumento de atividade, aparece o lucro. Abaixo desse ponto, pela
diminuição de atividade, chega-se ao prejuízo.
Retorno – Em finanças, retorno sobre investimento (ROI),
também chamado taxa de retorno (ROR), taxa de
lucro ou simplesmente retorno, é a relação entre o
dinheiro ganho ou perdido através de um investimento montante de dinheiro
investido.
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